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ITABIRA

POLÍTICAS INDUSTRIAIS – Marco Antônio Lage integra Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos

PO
Portal Fatos de Minas 17/09/2026 às 19:59 · atualizado 24/09 às 15:49 · 3 min de leitura
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ITABIRA (MG) - O prefeito e presidente da AMIG Brasil, Marco Antônio Lage, foi nomeado nesta quarta-feira (16), em Brasília, para integrar o Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos (CIMCE), órgão vinculado à Presidência da República. A nomeação ocorre no mesmo dia em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Política Nacional de Minerais Críticos, Estratégicos e Terras Raras, estabelecendo novas diretrizes para o setor mineral brasileiro. A AMIG Brasil terá assento entre os 15 membros do Conselho, sendo representada por seu presidente, Marco Antônio Lage, e pela vice-presidente, Josemira Gadelha (suplente). A participação garante aos municípios mineradores presença institucional na construção das políticas relacionadas aos minerais críticos, estratégicos e terras raras. “Para Itabira, que é o berço da mineração no Brasil, essa participação tem um significado ainda maior. Estamos levando para uma agenda nacional a experiência de um território que conhece, há décadas, os desafios, os impactos e também as oportunidades que a mineração pode gerar.”

O novo Conselho terá papel na formulação das políticas industriais relacionadas aos minerais críticos e estratégicos, incluindo a definição de projetos prioritários e a análise de operações consideradas estratégicas para o setor. Para Marco Antônio Lage, a nova política abre espaço para uma transformação na forma como o Brasil aproveita sua riqueza mineral. “Precisamos superar o modelo de mera exploração de commodities e transformar nossa potência geológica em conhecimento, tecnologia, empregos qualificados e desenvolvimento. Itabira pode contribuir muito para essa construção porque carrega uma experiência histórica que precisa ser considerada nesse novo ciclo mineral.” A política busca estimular o beneficiamento, a transformação e a industrialização de minerais considerados estratégicos, ampliando a agregação de valor dentro do país. “O que estamos construindo agora é a oportunidade de fazer com que a riqueza mineral deixe um legado maior para os territórios. Para Itabira, isso significa pensar o futuro para além da mineração tradicional e transformar nossa história em conhecimento, inovação e novas oportunidades.” A primeira reunião do Conselho deverá ocorrer nos próximos dias, dando início à construção dos instrumentos necessários para a implementação da nova política. “Itabira ajudou a escrever a história da mineração brasileira. Agora, queremos ajudar a escrever o próximo capítulo: uma mineração mais tecnológica, com mais valor agregado e capaz de gerar desenvolvimento para o Brasil e para os territórios mineradores.”

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