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SÃO GONÇALO

NÍVEL DE EXCELÊNCIA – Mina de Brucutu, da Vale, em Minas Gerais, conquista o Shingo Prize, principal reconhecimento global em gestão

PO
Portal Fatos de Minas 05/03/2026 às 13:23 · atualizado 24/09 às 16:20 · 3 min de leitura
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SÃO GONÇALO DO RIO ABAIXO (MG) - A operação de equipamentos autônomos da Vale na mina de Brucutu, localizada em São Gonçalo do Rio Abaixo, foi reconhecida com o Shingo Prize, considerado o prêmio mais rigoroso e prestigiado do mundo em gestão operacional e cultura organizacional. A premiação é concedida pelo Shingo Institute, da Utah State University (EUA), criada em homenagem a Shigeo Shingo, um dos principais formuladores do Sistema Toyota de Produção. O reconhecimento destaca o alto nível de excelência da unidade, que combina desempenho produtivo com padrões de segurança acima da média da indústria. A operação de Brucutu também contribuiu para que a Vale alcançasse o maior volume anual de produção de minério de ferro desde 2018, que atingiu 336 milhões de toneladas. Essas entregas refletem a maturidade e a eficiência dos sistemas de gestão implantados na unidade. “O prêmio comprova nosso compromisso com a excelência operacional e a melhoria contínua, profundamente enraizados em nossa jornada de transformação cultural. Ele reflete a disciplina das nossas equipes, a força da nossa cultura e a capacidade de evoluir com foco em segurança, qualidade e eficiência”, diz Carlos Medeiros, vice-presidente de Operações da Vale.

A cerimônia oficial de entrega do Shingo Prize será realizada no dia 19 de março, nos Estados Unidos, reunindo organizações globais referência em gestão industrial.

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Primeira mina brasileira 100{e079b5c6be899606306ae836686168e67b89c0ac4f5d3a99e03398a5ff3cdada} autônoma - Brucutu foi pioneira no Brasil a operar frota de transporte 100{e079b5c6be899606306ae836686168e67b89c0ac4f5d3a99e03398a5ff3cdada} autônoma, iniciando o uso da tecnologia em 2018. A unidade conta atualmente com 15 caminhões fora de estrada, com capacidade de transporte de 240 toneladas cada um, e duas perfuratrizes. Uma equipe especializada monitora a operação por uma sala de controle, reduzindo a exposição aos riscos. A Vale mantém no Brasil cerca de 100 equipamentos autônomos em suas operações de mina, pátio e porto. “Há uma grande sinergia entre as metas da empresa e o uso de autônomos, que entrega segurança, redução de custos de operação, aumento de performance e redução da emissão de carbono em nossas operações”, finaliza Medeiros. No ano passado, o Centro de Troca e Manutenção de Rodeiros da Estrada de Ferro Carajás (EFC), em São Luís, conquistou a medalha de prata (Shingo Silver).

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